Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16
Todos nós, mesmo os que não servem a Deus, já sentiram um dia, em algum momento da vida o amor de Deus. Nem que seja naquele momento de desespero, em que você para e diz : “Ufaa, foi Deus.” O fato é que mesmo não experimentando desse amor todo dia, vivendo lado a lado com ele, muitos já sentiram, e eu posso afirmar, ele é real.
Certa vez, enquanto lia o velho testamento, eu fiquei revoltado com o povo de Israel, e cheguei a dizer: “Senhor, porque perdoou tanto Israel se ele sempre pecava contra Ti, se prostrando aos ídolos?”. E passou alguns dias, até que eu me peguei em uma falha. Dias se passaram e eu continuava naquele erro. Então olhei pra dentro de mim, e percebi que comigo não era diferente, apesar de estar em outro tempo, eu estava sempre em erros e o Senhor nunca deixara de perdoar, assim como amou, e perdoou a nação de Israel.
Entender o amor de Deus é impossível. Somos limitados de mais. Nossa mente é extremamente pequena pra tamanha grandeza. Mas, entender o que somos muitas vezes, em relação ao Senhor, não é complicado. Somos verdadeiramente Ingratos. Se analisarmos o versículo a início do texto, podemos ver que Deus doou de si mesmo, despindo-se da glória, entregando o seu próprio Filho, pra morrer nas mãos de pecadores de uma forma tão humilhante. E o que nós damos ao Senhor em recompensa? Tão pouco, e é necessário destacar que tudo que fazemos é sempre muito pouco por quem deu a vida por nós. Às vezes até o nosso tempo, que é o mínimo dos mínimos, nós não dedicamos a Deus, sendo que temos 24horas que podem ser bem divididas, e tantas e tantas vezes, nós nem lemos a Bíblia durante o dia. E mesmo com tanta ingratidão o Senhor continua dizendo – “Eu te amo, filho. Eu não me esqueço de você, mesmo quando você esquece de mim...”
Eu queria poder escrever mais, mas nesse momento me sinto constrangido pelo amor de Deus, de forma que digo a vós outros: "É tempo de despertarmos do sono espiritual, e sermos menos ingratos para com Deus".
Gabriel Solidade




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